Review

Um Drink com STIGMATA no Inferno!

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Com o lançamento da série, “Um drink no inferno“, no Netflix, resolvi re-assistir o filme de 1996 (From Dusk Till Dawn).

Assitindo normalmente e como sempre lembrando das cenas e tals, eis que no momento após “fabricarem” as armas incia uma batalha “épica” contra os chupadores de sangue/monstros……

Até ai td bem, o que me chamou atenção foi a musica e os efeitos antes de começar a “épica” batalha.

Pensei, porra de onde eu conheço isso, esse “KILL THEM ALL” é de algum lugar, melhor de uma musica, mas qual…..depois uns sons de grunhidos, parecendo porcos no batedouro (hmm bacon!), mas eram vampiros não tem porco no local dos “Pussy lover’s”…..(onde ouvi esse texto?)

Lembrei, Stigmata, banda que mudou de nome e finalizou suas atividades sendo Stygma IV apenas (pretendo lançar um OnlyOne sobre a banda em breve).

A musica Greed Machine, do album Solum Mente Infirmis (1997), tem em sua introdução esta parte do filme.

Escute a musica

E veja/ouça a cena abaixo (ela não esta completa não achei, mas neste link você pode ver o filme completo ou a cena com o som aos 90:20)

[Review] X-Japan – HSBC Brasil – 11/09

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Foto by @andre_smirnoff

Show as 18 horas de um domingo mata, somado ao atraso de pouco mais de 2 horas e uma fila enorme porcamente organizada ninguém merece mas todo mundo aguenta, aliás, todos querem o seu lugarzinho dentro da casa de show. Bom, digo todos me referindo a mortais presentes! mas sendo eu um filho do Deus bêbado do metal, junto com meu brother @mcfontoura e sua digníssima esposa, tocamos o foda-se total e ficamos sentados na caçamba da minha pick-up tomando cervejas e whisky.

Papais e Mamães que foram deixar as filhas no evento que nos avisaram, olha lá viu o pessoal está entrando! Ok, será que podemos terminar o último pack gelado dentro do cooler? Finalizada a primeira tarefa pré-show nos encaminhamos ao super HSBC Brasil e praticamente fomos os últimos a entrar no super evento internacional X-JAPAN.

Casa lotada e como sou asiático, me senti praticamente em um churrasco de família com um monte de primos e primas que nunca vi na vida. Ótima estrutura, muita gente bonita, visuais com cabelos coloridos e o melhor cervejas Heineken!!!

Atrasos a parte a banda iniciou a sua super intro pra lá de delengosa lá pelas 20 e poucas horas, a bebida já não fazia mais eu pensar direito naquele momento e todo aquele show de iluminação me deixava pra lá de nervoso. Acho que isso aqui não é um “guia de melhores práticas em shows”, logo não sendo nada exemplo fui fumar um cigarro no meio da multidão. Para minha surpresa e dementice alcóolica, já estava rolando a música de abertura e em seguida a banda emendou “rusty nail” um puta clássico do X e na sequência “silent jealousy”, esse gap do show ficou demais.

Após isso foi uma eternidade de baladinhas e solos intermináveis de piano e violino, não nesta ordem ok? Então o que fizemos além de beber mais??? Tivemos a brilhante idéia de pular para dentro da área VIP, enxerga melhor, pagamos de bacana e as gatinhas ficam olhando pra gente, correto??? Não! errado, quando se bebe, pula, cai e todo mundo fica te olhando como se fosse o maior maloqueiro da casa, isso não foi nada legal, além deu uma puta ressaca moral no outro dia. Ponto positivo disto, passou o tempo e emendou-se na minha opinião a melhor música da banda  chamada “kurenai”.

Foto by @andre_smirnoff

Passado isso rolou um monte de solos e baladas, de onde destaco a música que leva o nome da banda “X” e a lenta “endless rain”.

Considerações Finais:

Má organização da casa, atraso pra lá de absurdo, bem alá “axl rose” e uma banda que nunca esperava ver que mandou muito bem, tenho certeza que teria aproveitado melhor a degustação sonora se o meu nível alcóolico não estivesse tão alto.

Setlist:

    1. Intro
    2. Jade
    3. Rusty Nail
    4. Silent Jealousy
    5. Drain
    6. Violin Solo
    7. Piano Solo
    8. Kurenai
    9. Born to be free
    10. Drum solo
    11. I.V
    12. X

Encore:

  1.   Forever Love
  2.   Endless Rain
  3.   Art of Life

Nota Maomeno – 8.5 (atraso é desrespeito com o público, no meu trabalho eu chego no horário)

[Review] Show da Banda @AgnosiaHc – @Hangar110

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Desgraceira na sexta-feira é o que há, trampar o dia todo, sair correndo e pegar trânsito para prestigiar os amigos e tomar uma gelada no frio, não tem preço!

Na sexta-feira, dia 08/07 fui conforme anunciei no último Podcast (entrevista com a banda Blakk Market) no Hangar 110, casa totalmente alternativa e coladinha ali do metrô Armênia e também da Fatec-SP.

Evento totalmente desconhecido por mim, que dizia começar as 18h (foda, pensei… quem é que consegue chegar num lugar a esta hora, mas tudo bem) e terminaria as 23h. Sabia que eram apresentações de bandas Punk Rock e Hardcore e até então no meu puro preconceito, deveria ser frequentado por um bando de vagabundos que não deviam trabalhar para conseguir estar em um local num horário tão ingrato. Imaginei

Foto @djalmagom

 um público e fiquei com ele na cabeça, depois de estacionar o carro e chegar à porta do local, sorri… Decepcionei-me um pouco e percebi… Aquilo ali estava dominado por uma molecada nos seus 16 até 19 anos, que então naquele momento tudo começou a fazer sentido, molecada sai da escola e vai pra lá ouvir um som, ver as meninas, prestigiar os amigos e por ai vai.

O ingresso não estava num preço caro, 12 pila pra pisar, que no fundo acabou saindo na faixa, graças ao convite que recebi na porta de um dos integrantes da banda. Enfim, não fiz questão de chegar cedo, mas pelo horário que entrei deu pra sentir as bandas que estavam tocando naquele momento (por volta das 21:30h). Era de uma molecada totalmente agitada e berrando horrores, coisa que assustaria um monte de mamãe e papais que eventualmente estivessem caindo de paraquedas por ali, mas pra mim totalmente aceitável em um evento Punk/Hardcore, que cá entre nós técnica na voz e instrumentos nunca foi o forte desse estilo. Bom imaginando que nos eventos iniciamos em um nível e até o fim elevamos e muito a qualidade musical, fiquei aliviado por ter pisado lá bem tarde e ansioso por poder assistir o que viria pela frente.

Foto @djalmagom

O pessoal do Agnósia entrou em palco lá pelas 22:30h e terminou as 23h, apresentação curta, valente, extrovertida e de muito bom gosto na minha opinião. Fizeram um mix no seu repertório de músicas próprias e covers, o que me deixou bem feliz por me lembrar de épocas de moleque, quando, por exemplo, mandaram “here we go” da banda Shelter.

Um ponto interessante é que a banda deixou bem claro quando subiram no palco que não seriam mais um conjunto de garotos berrando e pulando sem parar. Além da atitude e aparência madura dos integrantes, também percebeu-se logo quando começaram a tocar que ali se tratava de outra proposta além de berros e “just for fun”, mandaram um som bem alinhado (sem deixar de lado as palhaçadas e descontração em cima do palco) e que ao meu ver agradou demais quem estava lá para assistir.

Foto @djalmagom

Mas como o negócio aqui, além de falar de música é mandar umas boas pra dentro, fica aqui minha surpresa e desabafo, a casa mandou muito bem no quesito cerveja, que é a minha bebida preferida! Brejas de alta produção, mas de qualidade como Heineken e Stella Artois a um preço bacana (isto é, bacana considerando que eles cobravam apenas 100% a mais do valor de venda em um mercado comum, rsrsrs) e as alta produção populares como skol e itaipava também com valor na média das baladas, bares e casas de show por ai a fora.

Mas o ponto é, esses caras saíram do papai mamãe e deixaram ali expostas belas cervejas como a inglesa Newcastle Brown Ale, a irlandesa Guinness e a minha marca belga preferida Leffe, com apenas o rótulo Blond (não era a Brune, que é minha paixão, mas já estava pedindo demais), com valores nada abusivos e altamente pagáveis levando em consideração a preciosa bebida a base de água, malte e lúpulo que estava pra ser mandado pra dentro.


Considerações Finais:

O tempo de apresentação da banda foi curto, pois ao terminar ficou aquela coisa de que gostaria de ouvir mais.

Cara, boa cerveja num local totalmente desconhecido, foi além de uma surpresa, um achado! Que aconteçam bons shows nessa casa, que não é grande e nem muito pequena. Quero sim voltar a assistir o pessoal do Agnósia e que se por um milagre, meu amigo Rogerinho instalar o Skype no notebook dele, logo, logo estarão participando de um MaomenoInfoCast com a gente!

Setlist do show:

  1. 1000 MORE FOOLS [Bad Religion]
  2. EMPENHO DA CIÊNCIA
  3. TODOS TEM AMIGOS
  4. HERE WE GO [shelter]
  5. EVERYTHING TURNS GREY [Lagwagon]
  6. NICOTINA, ALCOOL E UM SOFÁ
  7. EVER FALLEN IN LOVE [Buzzcocks]
  8. LUZIN MUST [Millencolin]
  9. JUST BE FREE AND GO AHEAD
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Twitter @agnosiahc 


Nota Maomeno – 9.0 (Quem sou eu pra avaliar hardcore, dentro dos padrões estava ótimo)


[Review] Rage – Carioca Club – 19/jun/11

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Isso ae galera com quase uma semana de atraso vou fazer, ou melhor, tentar fazer um Review do show do Rage que aconteceu no dia 19 no Carioca Club/SP.

Vou começar a decrever uma coisa muito estranha que ocorreu logo que cheguei na casa (que sempre foi uma casa de pagode ou coisa do tipo), o local (rua em frente e arredores) estava vazio o.O, sim fiquei espantado pois não é uma banda nova (Porra tem 27 anos de estrada!). Nunca vi isso num show de Metal, enfim (Detalhe faltavam 20min para começar o show).

Fui ate o guiche para trocar o voucher pelo ingresso e tals e não tinha nenhuma movimentação que fosse diferente de um velorio de indigente (se é que existe). Com ingresso na mão e #foreverAlone me direcionei ao “Bar do Zé” na esquina, que estava vazio tambem, tomei 2 cervejas e adentrei o recinto sem dificuldades pois estava vazio e sem filas, já lá dentro o local nao é ruim para show, porem é minúsculo, cabe no max 1000 pessoas no max. no show do Rage haviam no max 500, uma pena.

Foto: Ronaldo Chavenco

Show iniciou as 20h em ponto praticamente com o trio adentrando o palco e iniciam com The Edge of Darkness do ultimo CD Strings to a Web (2010), seguindo de Soundchaser de album omonimo (2003), Hunter and Prey e Into the Light tambem do mais novo album, Drop Dead do Carved in Stone (2003), Empty Hollow do ultimo album, seguindo pelo solo do integrante mais novo da banda André Hilgers, mandou bem na batera, a altura do Terrana.

Após o solo voltaram com Set this World on fire do Unity (2002), War of Worlds tambem do Soundchager, seguindo de mais um solo dessa vez do guitarrista Victor Smolski (sorte que não teve solo de Baixo do Peavy hehehe). De volta com o trio formado mandaram a Carved in Stone do album de mesmo nome, Solitary Man do Trapped! (1992), Black in Mind do album com mesmo nome de 1995 e Down do Unity.

Depois teve mais falatorio do Peavy elogiando o publico brasileiro e dizendo que o proximo DVD da Banda de 50 anos será gravado no Brasil e blá blá blá, esta frase que já virou clichê. Logo após elogiar o plublico Peavy começa a puxar o refrão de Higher Than the Sky, do clássico End of all days (1996), onde a galaera cantou muito bem e ali começava o fim do show (isso mesmo!). Foi bem executada, porém os Peavy não precisou utilizar muito de sua voz, pois o publico parecia estar num karaoke (kkkkkkkk :D).

Após a execução é hora do “BIS”, Andrá senta na batera e começa a tocar Painkiller (Judas Priest), a galera retribui com gritos de euforia, mas ele prefere mudar para We’re not Gonna Take it (Twisted Sisters), igualmente bem recebida, mas a musica que iria finalizar a apresentação em São Paulo era Highway the Hell (AC/DC), bela finalização de um show onde o setlist foi cantado por todos os presentes.

Nota Maomeno: 8

Minha opinião é a seguinte, o show foi bom com um setlist manero, porém em comparação ao setlist da Grecia onde teve praticamente as mesmas musica na mesma sequencia mas lá tiveram mais 2 musicas (Straight To Hell e Don’t Fear The Winter).

Show Muito bom e com muita energia, a casa é pequena mas gostei pelo fato do palco ser proximo a galera sem frescura (teve até uma tentativa de “mosh” sem intervensao de seguranças) Satisfeito!

Setlist

The Edge of Darkness

Soundchaser

Hunter and Prey

Into the Light

5  Drop Dead

Empty Hollow

Set this World on fire

8 War of Worlds

9 Carved in Stone

10 Solitary Man

 

11 Black in Mind

 

12 Down

 

13 Higher Than the Sky

[REVIEW] Soilwork – The Panic Broadcast (2010)

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Fala galera! Hoje vou fazer um review do nem tão novo álbum da banda sueca Soilwork, o “The Panic Broadcast“.

A sensação que se tem ao terminar de ouvir o álbum é de uma sincera evolução da banda, apresentando o seu peso habitual agora dotado de uma criatividade um pouco mais moderna e orgânica ao mesmo tempo.

Faixas como “Late for the Kill, Early for the Slaughter“, “The Thrill” e “King of the Threshold” trazem o velho vigor dos riffs rápidos e dos guturais habituais dos antigos álbuns da banda.

Contracenando, faixas como “Two Lives Worth of Reckoning“, “Epitome” e “Let This River Flow” trazem linhas vocais mais melódicas e marcantes.

Para finalizar, o álbum possui uma bonus-track do antigo som “Distance“, agora em uma versão mais “balada“.

Enfim, o Soilwork apresentou uma obra que passou uma incrível sensação de estar, por si só, completa. Vale muito a pena conferir!

Nota MAOMENO: 9,75

Rating “Rocksound Magazine” – 8,0

Rating “Allmusit” – 9,0

Faixas:
1.”Late for the Kill, Early for the Slaughter”

2.”Two Lives Worth of Reckoning”
3.”The Thrill”

4.”Deliverance Is Mine”
5.”Night Comes Clean”
6.”King of the Threshold”

7.”Let This River Flow”
8.”Epitome”
9.”The Akuma Afterglow”
10.”Enter Dog of Pavlov”
11.”Distance” (Bonus Track)


Valeu!

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